Os órgãos das igrejas

Nas diversas igrejas que visitamos nas cidades, o que mais impressionou, sem dúvida nenhuma, foi a beleza dos órgãos de tubos. O órgão é, seguramente, um dos instrumentos mais bonitos e imponentes que existem pela sua magnitude e pelo seu som que preenche espaços por vezes gigantescos.

É um instrumento complexo, difícil de tocar, pois possui geralmente dois ou três teclados, fora a pedaleira, que funciona como mais um teclado. Inúmeros registros podem ser combinados entre si, ampliando as possibilidades de sonoridade. Dignos de admiração são os músicos que, como Johann Sebastian Bach no passado, se dedicam a esse instrumento tocando ou compondo.

Vejamos alguns exemplares:

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Igreja de São Jorge, em Eisenach.

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Catedral de Erfurt.

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O órgão maravilhoso da Igreja de São Severo, em Erfurt.

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A igrejinha de Triebes.

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Igreja de São Tomás, em Leipzig, onde Bach atuou por 27 anos até sua morte e onde está enterrado.

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Igreja de Santa Maria, em Wittenberg.

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Igreja de São Nicolau, em Lüneburg.

… e o magnífico exemplar da igreja barroca de São Miguel, em Hamburgo, que possui, além do órgão principal, mais dois órgãos laterais:

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O que mais nos impressiona são os inúmeros tubos, por onde sai o som do órgão. Já me falaram uma vez que, guardadas as devidas proporções, um conjunto de flautas doces é como um conjunto de tubos de um órgão e que pode soar assim. É a mais pura verdade.

Os teclados, a pedaleira e o organista ficam bem escondidos lá no alto. Para ver de perto como um organista toca, incluo o link para o concerto de abertura do Festival Bach de 2012, realizado na Igreja de São Tomás, em Leipzig: o organista é Ullrich Böhme www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=9Dsiz78s9Pc. Ali vemos claramente a complexidade do instrumento.